Hoje uma amiga lembrou-me dos velhos e nostálgicos tempos em que as Babes se perdiam a rir com este vídeo... Tal era a nossa obsessão que o meu Mr. Big acabou por desencantar a musiquinha para toque de telemóvel, que é o que continuo a ter... Quando ele toca, já não me lembro desses tempos. Mas hoje, quando ela falou disso, veio-me tudo à memória. Por isso aqui fica o nosso tributo aos "Mahna Mahna", que nos proporcionaram momentos de tanta alegria!
Um blog de mulheres, para mulheres, mas não só... Partilhamos com a blogosfera as nossas opiniões, críticas, sonhos e devaneios. Para rir, chorar, ou simplesmente mudar de página.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
American Pie em versão Cenouras Baby...
Ontem foi um domingo daqueles... Passei o dia em arrumações e limpezas! Logo eu, que gosto tanto das lides domésticas... Lavar roupa, secar roupa, passar roupa, fazer a cama de lavado, limpar a cozinha, limpar a casa-de-banho, aspirar... Enfim, um dia de labuta e sei que ainda ficaram coisas por fazer, como a simples tarefa de limpar o pó! Mas como tempo é implacável, e ainda queria aproveitar um bocadinho do meu domingo, deixei isso para outro dia.
Lá tive então o meu merecido descanso (e aviso que daqui para a frente este texto tem bolinha vermelha no canto superior direito): um jantarinho entre amigos com muita risota, motivada por esse tema fascinante que é o sexo!
Uma das babes que estava no jantar tem sempre histórias hilariantes para contar, mas a melhor parte é quando começa a contar as suas desastrosas experiências com o sexo oposto...
A pobre coitada tem tido "um azar do caraças" e já começa a ficar traumatizada com o facto de só lhe aparecerem gajos muito pouco abonados...
Enquanto ela contava o último episódio pelo qual passou, só me vinha à memória aquela fase do Sexo e a Cidade em que a Samantha anda com o mesmo problema.
À semelhança das melhores comédias do género, a história desta babe azarada, que já dava para passar ao cinema numa espécie de American Pie (mas adaptado à versão de cenouras baby), tem o seu clímax no momento em que, depois de uns fortes amassos ela lhe diz que "sim senhor, pode avançar"...
Até aqui tudo bem, não fosse o facto de ele já ter avançado há algum tempo e ela nem ser ter apercebido... Posto isto, a moral do rapaz caiu (literalmente) por terra!
E ainda dizem que o tamanho não importa...
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Bem-vindas ao mundo, Margarida e Inês!
Acabei de saber que nasceram duas novas bebés durante o fim-de-semana, a Margarida e a Inês, sobrinhas de uma amiga minha.
Deve ter sido da mudança da Lua... No Algarve, as marés andavam bravas e, pelos vistos, as maternidades estiveram concorridas.
Como são gémeas e nasceram antes do tempo, diz a tia que parecem uns ratinhos, e por isso, vão ter de ficar no hospital mais umas semanitas para ganharem peso. Mas o que interessa é que correu tudo bem!
Que tenham uma vida fantástica pela frente, cheia de alegrias e sucessos!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Bem-vindo ao mundo, Lourenço, e que sejas muito feliz!
Estou muito feliz! A minha Calella friend já foi mãe!
Depois de a fazerem passar um domingo lixado no hospital, os médicos lá se decidiram a fazer-lhe uma cesariana. Foi assim que às 23h30 de ontem nasceu o Lourenço, com 4Kg!! Não admira, por isso, que a criança se recusasse a nascer pelo método normal! Seria traumático para ele e, especialmente, para a mãe!
O que interessa é que ambos estão de perfeita saúde e ela até já brinca com a situação, apelidando o "pequeno" Lourenço de mini boneco da Michelin!
Parabéns aos pais babados e uma vida plena de felicidade para o Lourenço!
Fim-de-semana no Algarve, fim de domingo em Lisboa
E cá estou eu de volta, depois de um fim-de-semana fantástico em terras algarvias. Que saudades que eu tinha de Cabanas! Do seu bom tempo, da água quente, de usar apenas vestidinhos de alças à noite, de andar o tempo todo de chinelos, até das malditas melgas, imagem de marca da Ria Formosa, eu tinha saudades!
Mas como tudo o que é bom acaba depressa, também estes três dias passaram a voar e heis-me de volta à Grande Alface, enquanto o meu Mr. Big já vai a caminho da Big Apple.
Por lá, aproveitamos para ir jantar ao Pézinhos na Areia, na excelente Praia Verde, onde passei alguns Verões da minha infância, e que na época não era mais do que um bar na praia para onde as minhas irmãs, na época já teenagers, costumavam ir "curtir a night". Agora, é um restaurante todo catita, a comida não é má e os preços, tendo em conta o sítio, também não são chocantes.
Depois, fomos dar um pézinho de dança ali ao lado, no Lollipop, cuja existência desconhecia por completo. Coincidência das coincidências, encontrámos lá uns amigos que nos tinham dito que iam para lá, sem que nós imaginássemos que o Lollipop ficava na Praia Verde. Confesso que, até então, o único Lollipop que conhecia era o de Lisboa, que foi a grande moda do Verão passado e este ano, ao julgo saber, está fechado... Já agora, alguém sabe porquê?

Ontem lá regressámos, um bocado estafados, mas ainda arranjámos energia para ir jantar com o H e a M, os tais que casaram no Líbano. Entre as férias deles em Portugal e a partida do meu Mr. Big para NY, lá conseguimos marcar um jantar.
Depois de terem sido eles a guiar-nos por lá, foi a nossa vez de retribuir. Mas não foi fácil! É que arranjar um restaurante aberto ao domingo em Lisboa já é difícil, mas em pleno mês de Agosto torna-se uma tarefa quase impossível! Corremos todo o Guia de Restaurantes da Time Out para trás e para a frente e ao fim de muitos telefonemas sem qualquer sucesso, acabámos por desistir e fomos à aventura.
Felizmente, até correu muito bem! Fomos jantar ao Spot São Luiz, o restaurante/bar do Teatro São Luiz, ali bem no coração do Chiado. A comida estava boa, o vinho também e a companhia excelente.
E adivinhem lá onde fomos comer a sobremesa... Santini, claro! Depois, subimos ao elevador de Santa Justa, que a M adorou (julgo que despertámos uma crise conjugal, já que o recém-marido, nascido e criado em terras lusas, nunca a tinha lá levado). Disse-nos que quando os pais, libaneses, voltassem a visitar Portugal iria lá levá-los.
Descemos à Baixa, andámos um pouco por ali e fomos andando até ao elevador da Glória, no qual subimos até ao Miradouro de São Pedro de Alcântara, para apreciar a vista, que a M, mais uma vez, amou.
Fomos até ao Largo do Carmo e o meu Mr. Big, que é um Guia Turístico de mão cheia, aproveitou para falar um pouco do 25 de Abril, já que foi ali o centro nevrálgico da revolução.
Acabámos a noite a beber um copo no terraço do Bairro Alto Hotel, que é sempre um bom sítio para conversar e admirar a beleza de Lisboa.
E pronto... Acabou-se o fim-de-semana... É tempo de voltar à realidade!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Toy Story 3 - "No Toy Gets Left Behind!"

No domingo fui ver o Toy Story 3. Estava à espera de um bom filme e não saí minimamente decepcionada. Apesar de não ter tido outra opção a não ser a versão em 3D e de ficar com o nariz dorido devido ao peso dos óculos, valeu a pena.
Lembro-me que quando o primeiro filme da saga foi lançado, há 15 anos (como é que é possível?!), foram muitas as vozes que se insurgiram contra o uso daquele tipo de tecnologia nos filmes de animação. Porque não era a mesma coisa, porque os bonecos não eram tão bonitos e perfeitinhos, porque isto e porque aquilo... Confesso que, para mim, nada bate a Bela e o Monstro, a Pequena Sereia ou o Aladin, mas passados 15 anos, este tipo de animação já não me causa qualquer estranheza e a consagração, na minha opinião, deu-se com Nemo, um dos filmes mais amados por miúdos e graúdos.
Neste terceiro e último filme da saga Toy Story, encontramos os mesmos valores da velhinha Disney: a amizade, a lealdade, o perdão, o respeito pelo próximo, o amor verdadeiro. É bom ver que, apesar de toda a tecnologia desenvolvida, a essência das histórias se mantém, deixando às crianças de hoje as mensagens que eu encontrei nos meus filmes de animação favoritos.
Assim como o Andy, também nós, que acompanhámos a trilogia, hoje adultos, nos revemos naquela personagem, que tem de abrir mão dos seus maiores tesouros.
Sim, não tenho qualquer problema em assumir que adorei e estimei todos os meus brinquedos e que ainda se me parte o coração de cada vez que os vejo "assassinados" pelos meus sobrinhos.
A minha casa dos Pinipons, por exemplo, já sem tecto, sem flores, sem baloiço, é hoje um mero esqueleto do que foi nos seus tempos áureos, em que eu brincava com ela de manhã à noite... Mas pelo menos continua a ter uso. Talvez para os meus sobrinhos não seja a casa velha que eu vejo, talvez continue, aos seus olhos, a ser a casa de sonho dos Pinipons.
É por isso que acredito que, tal como no Toy Story 3, os brinquedos têm a vida que lhes damos, e nenhum fica para trás!
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
As minhas Calellas estão umas mulheres crescidas!
Pois é, lá fomos ontem jantar, as Calellas...
A ideia inicial era irmos à Capricciosa de Carcavelos, mas como não me ocorreu reservar mesa (afinal, o restaurante é enorme e era quinta-feira...), quando lá chegámos, havia uma fila monstruosa de gente à nossa frente. Como nos restaurantes ainda não dão prioridade às grávidas, mesmo que estejam realmente muito grávidas, como o caso da minha amiga D., acabámos por dar meia volta e ir jantar a outro lado.
Optámos pelo Gordinni da Marginal, que ficava ali perto. E foi muito giro! Entre gargalhadas, festinhas na barriga da D. e muitas fotos, fomos contando as novidades e revivendo momentos bem engraçados.
Estou muito feliz pela D., que está quase a ser mãe, a primeira das três Calellas... Se calhar, até pode ser já hoje! E claro que também tenho muito orgulho na minha E., que já é uma "mulherzinha" e decidiu arranjar a sua própria casinha bem no centro de Lisboa! Muito bom!
Parabéns às duas! Gosto muito de vocês, minhas Calellas Babes!
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Jantar das Babes Calellas

Hoje é noite de jantar com as minhas babes "Calellas". O nome ficou depois da viagem de finalistas de 12º ano e perdura até hoje... Assim como as lembranças e traumas nefastos que as ditas férias deixaram em nós! Durante aqueles dias, posso confessar que passei fome e frio, muito frio!
Ainda hoje, quando vou para fora, nem que seja apenas um dia, levo roupa suficiente para um mês! E não faltam camisolas quentes, sapatos fechados, meias, casacos e mini chapéu-de-chuva... Sim, até quando fui para o Brasil levei tudo isto! Em compensação esqueci-me do repelente para melgas...
Mas todas as dificuldades por que passámos em Calella, essa bela localidade espanhola, supostamente veraneante, serviram para criar laços fortes de amizade entre nós! E quando, há uns dias atrás, eu as via a fazerem palhaçadas em directo pela Web Cam do messenger, não pude deixar de pensar nesses tempos com nostalgia. É engraçado assistir ao percurso das pessoas, crescer com elas nos momentos decisivos e continuar a partilhar os momentos mais nonsense.
Esse 12º ano, que começou tão atribulado, acabou por trazer-me boas surpresas: as minhas Calellas!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Matando saudades...
Um pequeno-almoço tardio na Marina de Oeiras e duas horas e tal de tagarelice, foi o que se conseguiu arranjar nos 15 dias em que a minha amiga Mafie esteve em Portugal, na véspera do seu regresso a Barcelona. Depois de marcações e desmarcações, lá conseguimos arranjar um tempinho para pormos a conversa em dia e contarmos as respectivas novidades!
domingo, 4 de julho de 2010
O meu primeiro dia de Verão do ano
Hoje senti, pela primeira vez, a chegada do Verão! Tarde na piscina e na lanza ao Sol... Tão bom! E a seguir, churrasco!
Enquanto o meu Mr. Big vive o seu primeiro "4th of July" nos States, com direito a barbecue e fogo de artifício, eu vou desfrutando das coisas boas que tenho aqui em Portugal: uma tarde quente com amigos, mergulhos e muita risota! E com o vento quente que está, é ver os colchões insufláveis a voar!
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terça-feira, 8 de junho de 2010
Sometimes, You just have to go to the cinema with the Girls
Cheguei agora a casa, depois de ter ido finalmente ver O Sexo e a Cidade 2, com as Babes! Eramos nove, o que me deixa bastante orgulhosa, já que qualquer evento que reuna mais de 5 amigas já me parece um feito histórico!Isto porque nós mulheres somos um bocado totós e abdicamos das coisas boas da vida vá-se lá saber porquê...
Para as mulheres que me lêem, deixo uma mensagem: lembrem-se de que a vida não é só marido ou namorado ou companheiro, ou mesmo filhos... Pensem na quantidade de vezes que as vossas caras-metades vão jogar à bola ou ao futebol ou simplesmente beber umas imperiais com os amigos. Há algum problema nisso? Eu não vejo nenhum... Então porque é que não nos permitimos fazer o mesmo? Será que a mulher é um ser que gosta por natureza de se anular? Será que é por isso que os homens sempre nos levaram a melhor? Talvez a explicação seja de facto genética, porque eu não vejo mais nenhuma!
Toda a gente gosta de se divertir, certo? Então porque é que nos negamos a nós próprias estes simples momentos de alegria, de partilha, de convívio?
Talvez seja porque depois gostamos de cobrar a factura, atirando-lhes à cara que foram ao futebol com os amigos, por isso também têm de ir ao shopping connosco. Confesso que nesse campo, já desisti. É que eu e o meu Mr. Big não nos entendemos muito bem quando andamos juntos às compras, pelo menos se estivermos a comprar coisas para mim!
Voltando ao tema principal, o que vemos neste Sex and the City são as quatro amigas de novo unidas, e apesar de nunca ter percebido na série como é que elas conseguiam ir tomar brunch juntas todos os fins-de-semana (não acredito que haja qualquer grupo de quatro amigas que o faça com tal regularidade, corrijam-me se estiver enganada!), sempre as admirei por isso, por terem essa disponibilidade de tempo umas para as outras, é um grande exemplo para todas nós que nos queixamos da constante correria em que vivemos.
Mas se deixamos os amigos para trás, então andamos a correr atrás de quê? Qual é o gozo de cortar a meta e atingir a glória se o tivermos de fazer sozinhos?
A verdade é que os namorados vão e vêm (espero que desta vez não seja esse o meu caso...), os relacionamentos a que tanto nos dedicamos correm sempre o risco de ter um termo. Já as amizades, se forem verdadeiras, cultivadas, apreciadas e valorizadas, duram para sempre!
Por isso, minhas amigas, muito obrigada pela noite, foi pena não haver mais tempo para tagarelarmos...
Tenho muita pena pelas que não puderam ir, mas espero que depois desta haja muitas outras oportunidades!
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sexta-feira, 4 de junho de 2010
Amigos...
Andei a pensar no que escrever - sim, eu, a "baldas" deste blog, que só cá escreve vez por outra...
Podia escrever sobre a crise económica e social, sobre estar farta da minha chefe (quem não está, vá... digam lá...) ou sobre a minha vontade de desaparecer da face da Terra por três semanas.
Podia escrever sobre a crise económica e social, sobre estar farta da minha chefe (quem não está, vá... digam lá...) ou sobre a minha vontade de desaparecer da face da Terra por três semanas.
Mas não. Apetece-me apenas escrever sobre como tenho sorte por ter os amigos que tenho, que são verdadeiros AMIGOS.
Estes dias falei com uma pessoa que se dizia minha 'amiga'. Quando estávamos as duas "nas estrelas", ela dizia-se minha amiga. Eu aceitava aquilo, mas tal como os gatos (sim, esses animais tão inteligentes e que muita gente detesta - o que não é o meu caso!) tinha sempre uma certa suspeita, não confiava por completo e escolhia muito bem o que lhe contava e os assuntos sobre os quais falávamos. Hoje, descobri que essa amiga andou a fazer coisinhas pelas minhas costas que são muito pouco amigáveis. Pois é... há pessoas que nos enganam... outras nem tanto... Anyway, ainda bem que nunca a considerei uma amiga de facto. Agora posso riscá-la por completo da minha lista - e não vai custar nada.
O mesmo não posso dizer dos meus verdadeiros amigos e amigas, em quem confio, a quem conto muitas coisas porque sei que são isso mesmo - verdadeiros amigos. Esses sim mostraram sê-lo quando eu mais precisei - e continuam a fazê-lo quando mais preciso, independentemente dos meus erros ou das circunstâncias.
A esses - vocês sabem quem são - o meu muito OBRIGADA. Sei que não o fazem por obrigação, e eu também não agradeço por obrigação. Apenas porque reconheço o vosso inestimável valor. Gosto muito de vocês. E espero saber cultivar sempre a vossa amizade por mim da mesma forma que vocês têm cultivado a minha amizade por vocês. Um beijo enorme!
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